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20 fevereiro 2015

Costura dupla sem galoneira!!

Você já reparou, geralmente nas malhas, um tipo de costura maleável, dupla e paralela nos acabamentos de barras, mangas e decotes? 


No direito são perfeitamente paralelas e no avesso são entrelaçadas. Assim:

direito                                                              avesso



Sabe qual o nome desse tipo de costura? qual máquina faz?


Costura Galoneira: acabamento profissional utilizado em bainhas e em tecidos com elasticidade. As linhas do avesso se cruzam, evitando que a costura estoure no momento de vestir.

Qual máquina faz? Galoneira ou Cover Stitch; é uma máquina indicada para uso em malharias. Usada na confecção de bainhas duplas ou triplas, aplicação de galão ou viés, aplicação de debrum (colarete), punhos, golas, rebatimento de elásticos, costuras decorativas. Serve para tecidos médios e leves.


Há vários tipos de galoneira (ou cover stitch) desde as básicas até as industriais. Se deseja saber mais acesse o link abaixo para conhecer os vários modelos. 



Mas, no meu caso, não tenho galoneira, 
minha máquina é doméstica então como farei esse tipo de costura? 


Use a agulha dupla!
Não precisa de máquina especial para utilizar essa agulha.

Agulha dupla é um item opcional, não costuma vir com a máquina

Tal qual acontece na agulha simples, tem um lado chanfrado (plano) com descrições de marca, tamanho/nº sendo esta, a parte detrás da agulha* 


* Como existem "n" marcas de máquinas e modelos, sugiro que antes de trocar a agulha, observe atentamente na sua máquina, quando retirar a agulha simples, em qual lado estava o chanfro e repita a mesma posição para colocar a agulha dupla.  


A parte da frente é lisa e arredondada (meio círculo).


Usei agulha dupla Singer 80/11 de 4mm (2024) na Singer Tradition 2273. 
A agulha acima é compatível em máquinas Janome, Elgin, Brother. 

Quando possível, dê preferência a usar, por exemplo, agulha Janome na máquina Janome assim como usei agulha Singer na máquina Singer. 



Outras numerações de agulha dupla:
  • nº   9 (70) ---> Tecidos muito finos
  • nº 14 (90) ---> Tecidos médios
  • nº 18 (110) -->Tecidos muito grossos

Distanciamento entre as agulhas duplas:
  • 2mm (para fazer nervuras usar junto o calcador p/nervuras)
  • 3mm (para fazer nervuras usar junto o calcador p/nervuras) 
  • 4mm 


Imagem: Arte Têxtil



Na máquina, passe as 2 linhas juntas, nos passadores, seguindo os mesmos caminhos como se estivesse passando apenas uma linha. 
Ao final, no último passador (= guia linha), separe as linhas. Uma vai para o passador (linha vermelha), a outra (linha azul) fica fora ou solta.

Depois, embaixo, passa uma linha em cada buraco da agulha.

Na máquina Janome (2008 por exemplo) a guia-linha é independente para as 2 linhas. Ou seja, não precisa ficar nada solto como ficou a minha linha azul. 

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E antes que me perguntem...
usei retrós comum (linha vermelha) no pino superior da máquina (só cabe um mesmo!) e a outra linha (azul) veio de um cone que ficou ao lado da máquina, na parte de trás.
Na bobina usei linha vermelha.
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Testei em dois tipos de tecido:  plano e elástico
em ponto reto e depois zig-zag.
(opção: pode ser usada com os pontos decorativos da máquina)



Tecido Plano: linho de algodão 
(direito e avesso)



Tecido Elástico: malha de algodão 
(direito e avesso)













Talvez seja um problema:
Repararam na diferença dos pontos no tecido plano e no tecido elástico? 
Vê repuxados na malha? Sabe por que isso aconteceu?

A ponta da agulha dupla é em formato de seta arredondada. Pelo que sei, em malhas, deve ser usada ponta bola porém...não encontrei agulhas duplas ponta bola e não sei se existem!! Deduzi que, na malha, talvez os pontos ficaram repuxados por conta disso ou pode ser por causa de ajustes inadequados na tensão, largura e/ou comprimento do ponto. Preciso pesquisar melhor!

Solução rápida: passar no ferro quente ajudará a melhorar o aspecto dos repuxados, deixando-os mais lisos.

14 fevereiro 2015

Cantinho mitrado em viés comum

Todos os dias, enquanto meus filhos estudaram no ensino fundamental até o ensino médio, eu os levava para a escola e os buscava ao término das aulas.

No tempinho de espera, levava comigo algo para me distrair: livro, crochê ou bordado.

No pátio do colégio havia jardins com cantinhos iluminados e sossegados onde eu ficava esperando minhas crianças. Era o nosso ponto de encontro e vinham, quase sempre, contando as novidades.

Bordei toalhas de rosto, de banho, bordas de toalhinhas, barrados de panos de copa, bate-mão e quadrinhos de parede. Alguns eram para minha casa, outros para presentear, uns poucos vendi. Para algumas mães, ensinei.

A poucos dias, arrumando as gavetas encontrei, ainda daquela época, dois jogos americanos ou toalhinhas esquecidos por mim e com manchinhas amareladas pelo tempo. No momento, estão de molho em água adicionado àquele produto sem cloro: V....h 

O tecido usado foi o etamine branco e haviam franjas desfiadas com o próprio tecido em volta das toalhinhas. Decidi modificá-los cortando as franjas e apliquei viés ao redor, no que resultou em mais vivacidade e realce aos bordados.

Infelizmente, não lembrei de fotografar o ANTES mas tenho o DEPOIS


Usei viés comum de algodão e os cantinhos são mitrados

lado direito


lado avesso

Primeiro, cortei as franjas e passei zig-zag em toda a volta


Costurei o viés dobrado ao meio e parava a cada 'esquina' para fazer o ângulo de 90° e cortar as linhas


Veja abaixo o ângulo, a dobra vincada e o viés preparado para ser continuado na toalhinha

lado direito

lado avesso

A flecha abaixo indica que esses dois fios cortados devem ser escondidos dentro da dobra do viés. Antes, sugiro dar 1 ou 2 nózinhos para arrematá-los.


Posicionar a agulha sobre o final do ponto anterior ou o mais próximo possível


Neste caso, a visão costuma se atrapalhar pois a linha é da mesma cor do viés e o calcador faz sombra que dificulta a boa visualização do local correto de onde descer a agulha.

Lembra aquelas 2 linhas soltas que mencionei?
Na imagem abaixo elas foram escondidas por dentro do viés.




Consegui fazer um vídeo demonstrativo de como fiz os cantinhos mitrados.

Não reparem em falhas na gravação afinal é meu 1º vídeo!
Não sei editar e nem trabalhar nas configurações de filmagem mas com o tempo aprendo. A imagem não está boa e percebi somente após pronta!

Clica no 'play' e se não funcionar tem o link abaixo:


Ligue a caixinha de som...

31 janeiro 2015

Blusa Doces Afetos

Feita pelo molde da revista Burda edição portuguesa de junho 2013. Não acham que tem "cara e jeito" de bata?

Segui as instruções para execução sem dificuldade alguma. O modelo é simples, o passo-a-passo na revista estava muito bem explicado incluídos desenhos super detalhados. Aliás, essa é uma das características positivas da Burda entre outras coisas que me faz apreciá-la.





Grande e discreta fenda frontal e botão encapado
Meu manequim da cintura para cima,  dependendo da confecção, é 42 poucas vezes é 44. 

Quando fiz as medidas do meu corpo seguindo instruções da Burda, achei que me encaixava mais no tam. 42 e desta forma segui as marcações do molde 42, é óbvio!! 


Gola com pequenos franzidos e o botão encapado
Cortei todas as partes no tecido, costurei, montei a blusa inteira. 

Lição aprendida nº 1: alinhavar antes de fazer a costura definitiva.



Ao fazer a 1ª prova, observei muitas sobras de tecido nas laterais, ombros caídos, mangas compridas, tudo ficou grande em mim, muito tecido sobrando, parecia estar vestindo um saco. Tive que diminuir tudo, só não mexi na gola pois achei que ficou ótima e mantive o comprimento das mangas quando deveria ter encurtado um pouco mais. 

Entrei nas costuras laterais, remodelei ombros, acinturei levemente as laterais - na modelagem é trapézio - sem saber se estava fazendo certo mas valeu cada minuto pois essas coisas acontecem e sempre deixam ensinamentos. Nesta fase, já não costurava na máquina, ia só nos alinhavos. 
Manga com elástico e detalhe arredondado na lateral


Pelas muitas diminuições que fiz, deduzi que se tivesse seguido a modelagem tamanho 40 teria dado certo.

Lição aprendida nº 2:
Cuidado com as modelagens da Burda européia. Os tamanhos são baseados nas mulheres alemãs que, naturalmente, possuem porte grande, são altas, mais largas nos ombros. O que é 46 lá, corresponde ao 44 aqui, o 42 seria então o 40 no Brasil (??).



Não desmerecendo as outras revistas de moda mas a Burda  é a minha preferida. Não compro outra e quando soube que entrou definitivamente no Brasil tornei-me assinante no mês seguinte. Ainda não fiz nenhuma modelagem pela edição brasileira que creio deve ter sido editada pelos nossos padrões (assim espero!!) que são diferentes da dos europeus, principalmente das alemãs.
  

Outra modificação que fiz por conta própria foi o comprimento. Na revista a modelagem é de vestido mas encurtei para ser blusa. O tecido recomendado foi cambraia de algodão mas usei o que tinha: tricoline leve de algodão. 

Veja como ficou em mim. O maxi-colar é um complemento que ajuda a assentar a grande fenda do decote que vai até entremeio do busto.


O tecido de florzinhas miúdas tinha a algum tempo, não recordo onde comprei mas desconfio que tenha sido no Varejão Chaves. Achei o tecido leve mas depois com a blusa pronta achei-o encorpado para esse modelo. Pensei que ficaria mais molengo. Quem sabe após algumas lavagens desarme um pouco. Depois de pronto penso que deveria ter feito em viscose. Não gosto quando o tecido arma no corpo. Mas, enfim, está cortado e costurado.

Lição aprendida nº3: Observar, estudar detalhes do modelo, conhecer tecidos e saber escolher qual o melhor a ser usado. 


Veja, como ficou armado nos braços!! Eu não tenho isso tudo de braço, o volume do tecido dá a impressão que meu braço é mais fino do que já é!!


Na foto abaixo dei uma abaixada no tecido do braço direito. Compare com a foto de cima.



 A blusa é ideal para ser usada na meia-estação: 
Outono ou Primavera. 


A manga que deveria ser 3/4 ficou comprida.
Não sei se volto a mexer nisso. Talvez... um dia... quem sabe?


Na imagem abaixo, é o modelo da revista em que me baseei para fazer a blusa.

Vestido-Túnica Doces Afetos
  
Com mangas balão a 3/4 e bolsos de chapa redondos

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Ênfase no brilho do colar, delicado e sutil desenho quadriculado nas gotas verdes rodeadas por rendado de metal dourado escuro. 

Meu comportado lado perua adorou o colar.

27 janeiro 2015

PAP: Embainhador Bainha estreita

Comprei o calcador de bainha estreita (= embainhador) a alguns meses e desde então tento aprender a fazer essa bainha entre idas e voltas, erros e acertos. 

Foram diversas tentativas frustradas, deixava de lado, dava um tempo, retornava e assim foi até conseguir. Eu acho que consegui, pelo menos fiquei satisfeita como ficou a minha bainha estreita ou também chamada bainha lenço.

O segredo? praticar, praticar, praticar! 

As bainhas estreitas que costumamos ver em vestidos de festas, blusas, lenços, saias, etc, são comuns em tecidos leves e delicados tais como seda, crepe, musseline, cetim, chiffon, voil mas também em algodão leve, cambraia, etc.

Não é usado no acabamento de decotes e cavas pois cria ondulados disformes.


Fiz um PAP com o intuito de deixar anotado, como num caderninho, para mim mesma como fiz, como consegui usar o embainhador com sucesso.

Porém compartilho minhas anotações com vocês. Quem sabe, poderá servir para alguém, apesar que existem muitos paps sobre esse assunto.   


Utilizei:

  • Máquina doméstica Singer
  • Tecido: Cetim de poliéster
  • Calcador: Embainhador 4mm 
  • Agulha 11 (ponta seta)
  • Linha 100% poliéster 120 TEX28 
  • Pinça comum
  • Ponto Reto: Tension=0 / Width=0 / Length=3
  • Ponto Zig-Zag: Tension=0 / Width=3,5 / Lenght=2


No início,  faça uma bainha dupla e estreita vincada com os dedos.



Na máquina, coloque o início da dobra sob o calcador e, em seguida, abaixe a agulha no tecido, ancore aprox.1cm

OBS.:  Fiz 3 pontos (sem retrocesso*), girando o volante da máquina com a mão. Essa ancoragem ajuda a manter firme o tecido sob o calcador. De outra maneira, deslizaria para fora e seria complicado colocar o tecido dentro do enrolador.

 * Não dei retrocesso no início mas poderia ter feito 



Com a ajuda da pinça, encaixe a bainha dentro do enrolador do calcador. Esta parte foi trabalhosa! 

Sempre com a agulha abaixada, levante o tecido com a pinça e desloque um pouco, para o lado esquerdo, mantendo-o dobrado duplamente. Encaixe dentro do enrolador.



Devagar, sem pressa alguma, costure o restante da bainha agora só com a ajuda dos dedos que passarão a orientar o tecido através do enrolador do calcador. 




Veja!! a bainha na parte de trás já está tomando forma enquanto o enrolador é "alimentado" na frente.



Procure manter o tecido reto, na medida do possível. Ora levantando um pouco, ora abaixando e/ou levando para o lado. Não há seqüência, vai conforme a necessidade.



Atenção à largura da bainha, procure manter a mesma em toda a extensão. 
Por isso, costure sem pressa, a etapa é lenta, com diversas paradas para ajeitar o tecido dentro do enrolador. 


 Voilá! Eis a bainha feita no capricho. Levou menos tempo do que levaria sem o calcador apropriado, quer dizer, dobrar 2x, alinhavar, vincar a ferro para depois costurar.

Lado direito e avesso em ponto reto 


Se o tecido desfia com muita facilidade, faça a bainha no ponto Zig-Zag ao invés de ponto reto. A abertura no calcador - seta laranja - permite que a agulha se movimente em zig-zag sem o perigo de quebrar.


Lado direito e avesso em ponto zig-zag

Nas lojas que vendem esse tipo de calcador há 3 opções: 3mm, 4mm e 6mm.

Qual deles usar? 
Depende do tecido...quanto mais fino, mais estreita a bainha  


Para saber qual é o nº do embainhador, vire a peça para o verso. Verifique o nº impresso numa parte do vão. O meu está ilegível! parece um quase "4" ou será um risco oblíquo? é tão pequeno, apagado. Se é nº deveriam melhorar tal marcação!!



Na dúvida, meça o vão com a fita métrica, ainda pelo lado verso da peça.


Pratique com paciência, repetindo quantas vezes forem necessárias, até pegar o jeito. Quanto mais fizer, mais fácil se torna. 


Vai com fé que você consegue; no final dá tudo certo.

Imagem: http://pt.depositphotos.com/


21 janeiro 2015

Salada Verão Tropical

Com o calorão que tem feito não tenho vontade alguma de cozinhar, falta-me inspiração.

Mas quando está chegando a hora de comer, a fome aperta, não tem jeito, lá vou eu preparar algo que seja rápido, gostoso, que contenha carboidratos, proteínas e tudo o mais que os nutricionistas recomendam e o principal que seja refrescante.

Na semana passada fiz saladão de macarrão, servi gelada e, sendo modesta, ficou divinamente delicioso!




A receita é esta abaixo. Os ingredientes podem variar em quantidade, serem retirados ou adicionados outros. É uma receita super versátil que denominei como: 

Salada Verão Tropical
  • 500 g Macarrão cozido
  • 1/2 cebola picada 
  • 2 tomates sem sementes picados 
  • 1 xíc. chá de cenoura ralada
  • 1 xíc.chá de beterraba ralada (opcional, como não sou muito fã coloquei pouca quantidade)
  • 2 maças verdes sem casca picadas (pingar algumas gotas de limão para não escurecerem) 
  • 200g presunto magro picado
  • 200g queijo branco picado
  • Salsinha e cebolinha picados (adoro! mas estava em falta na minha geladeira)
Misture todos os ingredientes ao macarrão. Reserve.
Faça o molho.

Molho 
uso sempre essa receita para substituir maionese, é muito mais light

2 copos de iogurte (integral ou desnatado)
Sal à gosto
Pimenta do reino à gosto (usei a branca)
Suco de 1 limão
Azeite

Misture bem os ingredientes do molho e depois adicione ao macarrão reservado. Leve à geladeira. Sirva gelado.


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Esta semana, repeti a dose incrementando um pouco mais colocando ovos cozidos em rodelas e palmito picado.

Semana que vem, se o calorão continuar...é certo que farei novamente.

Ontem, fiz picolé e sorvete de abacate diet.
Depois mostro para vocês e deixo a receita super fácil.


10 dezembro 2014

Blog do Maridão


Convido vocês a visitarem o blog do meu esposo que nas horas livres gosta de se divertir com madeiras além de fazer bricolagem em nossa casa.

O blog ainda não foi divulgado nem para os nossos amigos mas eu já estou me adiantando com vocês, queridas visitantes. 

Ele se animou a registrar em fotos os seus trabalhos e a iniciar o blog a alguns meses ao qual tem poucas postagens e muita coisa não foi fotografada ainda. A atualização é feita pelo maridão mesmo.

Esta não é a área de atuação profissional, é um hobby que meu esposo e o pai dele sempre curtiram fazer juntos. Meu sogro se foi mas deixou o amor por trabalhos manuais, pelo menos, em um dos filhos. 

Atualmente, ele tem aprendido marchetaria mas não fotografou nada ainda pois quer melhorar, treinar mais afinal é cheio de detalhes esse tipo de artesanato que eu acho lindo.

Além disso ele divide o tempo treinando trabalhos em luminárias PVC e faz scrollsaw que também são técnicas trabalhosas.

Enfim, quando puderem venham conhecer o blog dele e deixem seus comentários.

É FEITO DE MADEIRA: 



25 setembro 2014

Alfineteiro: Como fazer

Há tempos, eu estava precisando de um alfineteiro mas não queria comprar pronto. Queria um feito só por mim.

Vi na Internet diversos modelos lindíssimos; ao final, optei por eu mesma estilizar o meu aproveitando um potinho plástico.


Sem muitos segredos, fiz o alfineteiro bem simples porém bonito, útil e prático para as horas de costura.

Alfineteiro Cup-Cake



Usei materiais bem fáceis, tais como: 

  • retalhos de tecidos de algodão, 
  • pote do fundo de ovo de Páscoa, 
  • linha, 
  • agulha, 
  • tesoura, 
  • cola quente e 
  • plumante que esqueci de fotografar abaixo.  





  • Uma vasilha redonda como molde da circunferência



E a circunferência, ao final, medindo 19cm 




Alinhava toda a volta, como fuxico formando tipo uma "panelinha" 



Depois preenche com bastante plumante para ficar uma bola bem firme e dura


 

Fecha bem a boca da bola costurando com linha de pesponto, de preferência, e puxando bastante para fechar completamente a abertura. 


Passe bastante cola quente dentro do pote plástico, mas exagere mesmo que é para colar e não descolar nunca mais a bola com plumante. 



E então, aperte a bola dentro do pote, segura bem  para 
não deixá-la escapar. Se precisar vai colocando mais um pouco de cola quente em volta da borda do pote.

Cuidado com os dedos nessa hora!! 
eu queimei um pouquinho os meus mas foi por uma boa causa!! 
;D
  


  • Colei tecido florido em toda a volta do pote plástico.
  • Arrematei a borda com fio de lã Mollet para ficar mais bonito o acabamento.
  • No fundo, puxei, colei e fui cortando sobras de tecidos das laterais. 
  • Por último cortei um círculo de papel cartão do tamanho exato do fundo e colei para dar suporte.

Feito em pouco menos de 1 hora!!
...antes que eu pudesse terminar de dizer...
"- Chica uga bunga ulaa"

Alfineteiro cup-cake com pap

E pronto!! PARA TODA UMA VIDA!!! 


Alfineteiro cup-cake


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