30 junho 2015

Sal disfarçado

Uma vida sem (ou o mínimo de) sal não precisa ser sem graça...

Preparo os alimentos usando pouco sal mas tenho experimentado esta receitinha simples com sucesso. 
Imagem: Revista MÁXIMA

Fica bom em arroz, feijão, saladas, molhos, caldos, sopas, carnes vermelhas e brancas. No peixe, fica divino e nesse caso, eu prefiro trocar manjericão por raminhos amassados de alecrim fresco. 

Em saladas, já fiz com raspas de limão mas prefiro trocar esse ingrediente por salsinha + cebolinha bem picados. Dá para variar usando salsão, tomilho, alho seco, gengibre seco, etc. 


25 junho 2015

Pijama Feminino


Inverno chegou!
As noites e madrugadas geladas nos convida a vestir aquele pijaminha bem flanelado, quentinho, macio.

Eu já tenho o meu (veja AQUI) mas faltava fazer para a filhota.

Como sobrou flanelado suficiente para mais uma blusa, decidi fazer para ela pois mora num bairro muito alto de São Paulo (Perdizes) onde é mais frio do que onde moro.



Rápidinho modelei, cortei blusa e mangas:


As pences estão marcadas na modelagem mas não as utilizei na blusa do pijama. Não considero necessário.


Carretilhei toda a volta, com carbono próprio para costura. 
A margem de costura é de aprox. 1cm

As marcações saem com as lavagens



Alfinetei Frente com Costas - direito com direito.



IMPORTANTE:  marcações devem coincidir frente com verso.

1 Frente com 1 Costas

2 Frente com 2 Costas 


Assim:

FRENTE
COSTAS
Costuras feitas, peças unidas em ponto reto.
Na imagem seguinte, detalhe das costuras debaixo do braço. Costuras coincidindo num mesmo ponto formando uma cruz. 


Blusa pronta e entregue.
Agora a filhota também vai dormir com as borboletas.

Fiz diferente o abotoamento colocando revel por fora

A calça do pijama fiz com um outro flanelado que tenho a algum tempo. É o mesmo tecido que usei no abotoamento da blusa.



Não fotografei vestida na modelo pois ela é completamente avessa a sair nas fotos. Prefere fotografar.
(nisso puxou a mim!!)

Mas garanto que ficou muito bom nela.

20 junho 2015

Porta garrafa

Gosto de caminhar ou pedalar no Bosque Municipal pertinho de casa. Sempre levo garrafinha com água bem fresquinha; acho indispensável enquanto caminho principalmente nesse tempo de baixa umidade no ar.


Nesta semana confeccionei um lindo porta água.


Pode ser porta suco ou refrigerante conforme a preferência 


Possui dois compartimentos independentes.

1 ---> Para a garrafinha de água 




2 ---> Abrindo o zíper frontal, tem espaço para colocar o celular, chave de casa, do carro, documentos, barrinha de cereais e alguns trocados. O bolso é fundo.




Na parte que vai a garrafinha é internamente forrado com etaflon. 


Será ótimo quando vier aquele nosso verão tropical tão quente pois a água se manterá gelada ou fresca por mais tempo. 

OBS.:  O etaflon conserva aproximadamente 1h30min tanto o gelado quanto o quente, por exemplo, chá ou café para aqueles dias mais frios. Lógico, tem que optar por um ou outro.

Dependendo da temperatura externa ambiente o produto se conservará em mais ou menos tempo. 



E está pronta para passear comigo levando apenas o necessário. 
A alça é comprida o suficiente para poder cruzar a bolsa na frente, deste modo, posso caminhar com as mãos livres, leves e soltas. 


16 junho 2015

Porta sanduíche


A parte externa é feita com tecido de algodão e na parte interna usei o Etaflon (laminado prata) também conhecido como:

  •  Isomanta
  •  Manta térmica ou 
  •  Espuma Pack Aluminizada  


Na próxima imagem, veja o etaflon na parte de dentro. Optei pelo de 2mm porque mais do que isso ficaria muito difícil costurar. Talvez impossível.

A função dele é apenas o de manter a temperatura do lanche entre 1h e 1h30min dependendo da temperatura externa ambiente. 


Como é costurar etaflon?
Não é muito agradável, é chatinho.
Durante a costura, é necessário puxar o etaflon, caso contrário, a agulha repica no mesmo lugar enquanto a linha que vem da bobina vai embolando por baixo do trabalho.  

Para facilitar, troquei o calcador de uso geral para o de teflon que me ajudou um pouco porém ainda foi preciso puxar o trabalho conforme era costurado.   


Vista de perfil e o viés de algodão passado em toda volta.


DICA: 
Ao costurar etaflon coloque o tamanho do ponto em 3,5 ou 4 (o maior que puder) pois se costurar com os pontos muito juntinhos, o etaflon rasga fácil. Nesse caso, terá que descartá-lo do trabalho.


Este é o etaflon, um lado laminado (há de diversas cores) e do outro é uma espuminha sintética.


O produto costuma ser vendido em lojas que vendem tecidos e aviamentos para cortinas, estofamentos, matérias primas para bolsas e calçados. Pode ser encontrado em algumas oficinas que reformam sofás.

Comprei o meu no Brás (SP), numa rua pertinho da Igreja Matriz, próximo a Rua do Gasômetro (os homens que tem como trabalho ou hobby a marcenaria adoram essa rua!!!).

11 junho 2015

11 de Junho de 2015


Hoje...
Eu e Ele comemoramos mais um ano de namoro. 


A dois dias atrás (dia 09) foi nosso aniversário de casamento...o início da concretização de nossos planos e sonhos a dois que continua até os dias atuais

Amanhã, 12 de Junho
Dia dos Namorados

Meu melhor presente? --------->   ELE
Melhor presente dele? ------->    EU

(com toda modéstia)



Porém, celebremos o amor em todas as suas formas de amar:

querer, sentir e fazer o Bem por si mesma, para nossa família, amigos, vizinhos, 
os animais, as plantas, o nosso Planeta.


Amar a Vida! 

com todos os seus desafios, conquistas e aprendizados



Finalizo com algumas frases bonitas
sobre o AMOR que encontrei na Internet



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Feliz Dia dos Namorados para vocês

02 junho 2015

Um dia que nunca se apaga da memória...

Aos 17 anos, consegui meu 1º emprego, no setor de Contabilidade de uma grande loja de calçados na Rua Barão de Itapetininga, em São Paulo. 

A bonita e elegante loja ficava no térreo, os escritórios nos andares acima. O prédio fora construído em 1942/43, o piso na entrada todo em mármore claro com detalhes escuros. As escadas igualmente em mármore claro com belíssimos corrimões artísticos feitos de ferro fundido. Nas salas de escritório o chão de tacos bem assentados e encerados toda semana por uma senhora. Os móveis, as mesas, armários antigos, pesados, alguns com detalhes bem entalhados. Dentro do prédio, era como uma viagem no tempo, para os anos 40, principalmente na sala da telefonista e da diretoria.

O elevador do prédio, por dentro de madeira escura envernizada e a porta pantográfica dourada fazia com que parecesse uma pequena jaula. O elevador um pouco barulhento ao subir ou descer, era operado exclusivamente por um senhor ascensorista na faixa dos 70 anos uniformizado como se estivésse nos anos 40: terno escuro, camisa social, gravata, chapéu estilo quepe militar e no paletó, do lado esquerdo, um pequeno bordado em linha de seda (ou algo similar) com o nome do prédio. 

Ao parar nos andares, o elevador sempre dava um tranco que assustava quem não estava acostumado. Nem pensar em segurar um copo de café ou de suco no momento de estar no elevador.


A imagem abaixo, faz-me lembrar da porta assim como do indicador de andares.
Porém a do prédio que eu trabalhava a porta era mais estreita e dentro do elevador era mais escuro.



Estava feliz, meu 1º dia de trabalho chegara. Estava ansiosa, joelhos tremendo, mãos suando, coração acelerado.  



Chegara muito cedo, fiquei esperando sentada, cerca de 1 hora, no banco do lado de fora do RH, no silêncio, tentando ficar calma tomando aquele chá de cadeira



Tempo foi passando, funcionários começaram a chegar, a maioria dizia bom dia para mim e íam cada qual para seus departamentos. Chegaram os funcionários do RH e alguns minutos depois uma das funcionárias me levou ao andar da Contabilidade. 

Fui apresentada ao Contador-Chefe que, rápidamente, apresentou as diretrizes da empresa e depois levou-me para conhecer o departamento de Contabilidade dividido em 2 salas, num total de 13 funcionários subordinados a ele. 


Na 1ª sala, fui apresentada a 6 pessoas, depois fomos para a 2ª sala onde haviam as outras 7 pessoas e era nessa sala onde eu iria trabalhar. 

Dentre os funcionários, o chefe designou um rapaz para me ensinar o serviço. Simpatizei-me, de imediato, com ele. 

Aliás como não ter simpatia por alguém (homem ou mulher) que te recebe sorrindo, que te trata de forma cordial num lugar desconhecido? com várias pessoas te olhando, algumas com curiosidade?


O rapaz além de tão jovem quanto eu (ele com 19 anos), era bonito, cabelos claros, olhos azuis e sorria para mim: a novata tímida, ansiosa, calada, trêmula a tal ponto que parecia que eu iria tropeçar em minhas pernas a qualquer momento.

Ele me levou até a mesa de trabalho que eu ocuparia, fez algumas perguntas profissionais básicas e logo estava me ensinando sobre minha função. Tudo muito direto, na prática. Ao longo do dia, fui me acalmando com a ajuda dele que me ensinava com paciência e atenção. 

Nos dias seguintes, ele sempre ao meu lado, ajudando, orientando, corrigindo, se dividindo entre o trabalho dele e o ensinar-me. 



Em poucos dias aprendi o serviço e não precisava tanto dele ao meu lado. Nossas conversas passaram a ser não apenas sobre trabalho mas passamos a querer nos conhecer melhor, saber dos interesses e planos um do outro. 

Por ser extremamente tímida e fechada, tinha muita dificuldade em fazer amizades principalmente com rapazes. Com ele foi tão fácil e tranqüilo. Ele foi mais do que a pessoa que me ensinou o serviço. Através dele, com o tempo, fui apresentada aos demais colegas seja durante os almoços ou durante o horário de trabalho.  

Aos poucos, fui me enturmando. Meu círculo de conhecimentos, de amigos se ampliava progressivamente e eu não me sentia mais tão tímida para "puxar" conversa com outras pessoas. 


Um dia, ele me disse que, em poucos dias, estaria saindo da empresa pois havia encontrado outro emprego. 

Fiquei triste, disfarcei, dei-lhe os parabéns, desejei sucesso. Não queria que ele partisse e não disse para ele. Imagina!!! O que pensaria de mim? talvez que eu estivesse a fim dele quando o que eu queria era só manter nossa recente e bonita amizade.


Ele disse a todos que iria trabalhar perto e por isso apareceria quando possível para visitar os(as) amigos(as). E ele tinha muitas amizades pelo prédio todo, conversava bem tanto com o faxineiro quanto com a diretoria. 

Depois de alguns dias, cumpriu o último dia de trabalho e ao final do dia ao se despedir de mim disse-me que não queria perder minha amizade. Se despediu de todos e se foi desejando boa sorte a quem ficava. 


Passaram dias e mais dias após ele ir embora e sentia falta daquele novo amigo. Saudade!
Eu não queria perder a amizade dele, um cara tão legal e que eu não sabia para onde tinha ido trabalhar. Sabia que estava perto, mas aonde?? eu não perguntara e mesmo que soubesse, eu não teria a coragem de ir atrás dele. 

Lembrei que antes dele ir embora, havia me perguntado se eu tinha telefone em casa. Na época, eu respondi que não tinha. Menti!! mas depois que ele se foi, me arrependi de ter mentido. Agora sem contato, cada qual seguiria sua vida e com o tempo seríamos apenas boas lembranças um do outro.

O motivo de eu não passar o nº de meu telefone para ele foi porque um ano antes (aos 16 anos) tive meu 1º namoro que durou quase 5 meses. Quando terminou o namoro, o ex ficava me ligando para reatarmos e foi tão chato, inconveniente, insistente, aborreceu tanto os meus pais que proibiram a mim (e se estendeu à minha irmã caçula) de passar nº de telefone e endereço para qualquer rapaz. 


Para me conformar dizia para mim que o desejo dele por minha amizade fôra somente da "boca para fora". E aceitei esse fato pois doía menos pensar dessa maneira e "bola pra frente". Pensei ser paixonite e isso passaria logo.

Mais um final de dia e quando eu saía do trabalho, sem esperar...eu o vi!! 
Coração bateu mais forte, senti alegria por vê-lo mas contive.

Ele estava na porta de entrada do meu prédio conversando com um pessoal de outros departamentos, estavam rindo, me aproximei do grupo, cumprimentei-o e aproveitei para perguntar sobre o novo trabalho, onde era. Conversei de forma muito rápida, logo me despedi de todos afinal eu tinha que ir para o cursinho e costumava lanchar antes da aula. 

Pensei que ele continuaria por lá, conversando com o pessoal mas para minha surpresa ele perguntou se podia me acompanhar até o metrô pois já estava indo embora. Aceitei e fomos embora juntos, conversando pelo caminho, contando as novidades do novo emprego e eu contando as minhas. 

Depois desse reencontro, passamos a nos ver com mais freqüência, durante os almoços ou fins de tarde. 

Não eram todos os dias, mas toda semana, ele aparecia e passeávamos por alguma das muitas galerias da região. Sempre íamos tomar cappuccino cremoso nos finais de tarde frias. 



Outras vezes, a caminho da estação do Metrô, passeávamos pelo Teatro Municipal, pelo centro antigo de SP após o Viaduto do Chá, ou quando havia tempo de sobra íamos ao Largo do Café onde sempre havia alguma bonita exposição, geralmente de arte, num outro prédio muito antigo da cidade. Na época não era tão perigoso como agora é passear no centro antigo de São Paulo ou se era não percebíamos os perigos. 


Conversávamos sobre tantas coisas, ele contava fatos engraçados, ríamos um com o outro. Logo descobrimos que morávamos em bairros vizinhos, desembarcávamos na mesma estação e nos separávamos apenas quando um dos nossos ônibus chegava.

Quando eu ia ao cursinho, ele também me acompanhava ao Metrô. Eu ia sentido Sul e ele sentido Norte para a casa dele. 

Eu ficava pensando nele durante as aulas e me desconcentrava constantemente. 
Era fato: estava apaixonada por aquele moço mas e ele? será que pensava em mim? eu sabia que a mais de 1 ano ele não tinha namorada.
Eu não queria que ele percebesse meu interesse por ele por medo de que se afastasse, que ficasse esnobe ou na pior das hipóteses que quisesse se aproveitar de mim. 

Um dia, ele disse-me que iria comigo no mesmo sentido, ou seja, Sul, pois iria visitar a tia na V.Mariana. Eu desembarcava na estação Vergueiro e ele continuava no vagão sentido V.Mariana, indo mais ao Sul da cidade de SP. E, muitas vezes, ele repetiu esse percurso até que cheguei a conclusão de que ele adorava a tia da V.Mariana.
Em momento de ciúmes, imaginei que ele poderia estar indo se encontrar com alguma moça que estivesse apaixonado e não me dizia. Se fosse, o que eu faria? Nada! para ele eu era só uma amiga e seja lá o que tivesse na V.Mariana não era da minha conta. 

Num dia em que ele apareceu no final do meu expediente, fomos juntos para o Metrô, como sempre. Porém, ele estava mais calado que o habitual, parecia preocupado, talvez querendo dizer algo mas estava me enrolando. 

Então, pensei  °°°  "Ele está namorando alguém e vai me dizer que não vamos mais nos encontrar." 

Caminhando pela cidade, atravessando ruas e grandes avenidas, sem que eu esperasse, ele pegou na minha mão, entrelaçou seus dedos nos meus e segurou bem firme.


Adorei a atitude dele, o toque de suas mãos. Caminhamos em silêncio, de mãos dadas, algumas vezes nos olhávamos e assim chegamos até o Metrô.

Eu sentia calor dentro de mim apesar do início da noite estar bem fria, era junho, o céu estrelado e eu, sem saber o que fazer, até onde iríamos de mãos dadas. Apenas aguardava ele falar.

No vagão do Metrô por falta de opção, nossas mãos se desataram. Ele me olhava e eu perguntei porque estava me olhando daquele jeito, sem dizer nada, que estava me deixando sem graça. Ele pediu desculpas e disse que não era intenção me deixar encabulada. 

Quando chegou a estação Vergueiro, ele disse que desembarcaria junto, que precisava falar comigo. Escolhemos um lugar tranqüilo da estação, ele ficou defronte a mim e sempre me olhando nos olhos disse o quanto curtia os momentos em que ficávamos juntos, que pensava muito em mim, por fim se declarou apaixonado e me pediu em namoro. 

Era véspera do Dia dos Namorados e na hora, sem pensar antes, de bobeira eu disse que não tinha presente de Dia dos Namorados. Foi acabar de falar e me sentir ridícula principalmente porque ele riu de mim e disse:


"- Não quero presente, quero você! A sua resposta é "Sim" ou "Não?"


Coloquei minhas mãos por cima dos ombros dele, respondi "Sim" e nos beijamos pela 1ª vez, terminando num abraço longo, apertado, de quem não queria mais se separar. 




Mas....eu tinha que ir para a aula porém voltaríamos a nos encontrar no dia seguinte e no outro dia e no outro.... Afinal, agora éramos namorados! e eu estava muito, muito feliz!


Daí em diante, o que aconteceu? 
Muitas coisas....o principal é que 
continuamos namorando até hoje! 

Como diz minha mãe somos "a corda e a caçamba".


Faltando 2 dias para completarmos 4 anos de namoro, fizemos isso:





Um dia que nunca se apaga da memória...





Deus nos fez assim, tão iguais em nossas diferenças


Somos noiva e noivo
Abençoados por Deus



Entre tantas mãos, encontro as tuas.
Dá-me tuas mãos, segure firme as minhas.
Mãos que acolhem o ser amado, é felicidade.




Já não terei que falar-lhe.
Porque o que brilha nos nossos olhos é amor, é cumplicidade, é esperança


Nossos sentimentos vividos juntos.
Um ao outro, as mãos sempre unidas, se amparando.

Eu e Você
Somos um só Mundo.




Com você TUDO tem significado.TE AMO além do amor...

Feliz Dia dos Namorados!




OBS.: 
E a tia de V.Mariana? 
- Nunca fomos apresentadas!! Afinal, ela não existiu.

Mas porque ele ia para a V.Mariana? 
- Ele não ia pois desembarcava na estação seguinte e tornava a pegar o trem no sentido oposto: Norte, de volta para casa.

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